Advogada com atuação em Direito Médico e Responsabilidade Civil na Saúde
Sofreu dano por erro médico? Entenda se você pode buscar indenização
Erro de diagnóstico, falha na cirurgia, medicação errada, infecção hospitalar, alta precoce, parto mal conduzido? Quando o atendimento na rede privada causa dano, o médico, a clínica ou o hospital podem ser responsabilizados — e você pode buscar indenização.
Procurar ajuda médica e sair de lá com um dano que poderia ter sido evitado é uma das experiências mais difíceis que existem.
- 18 Anos de Experiência
- + de 136 Avaliações
- Referência nas Mídias
- Atendimento Presencial e Online
- Pedidos de liminar analisados com prioridade
Quando Agir
Sinais de que pode ter havido um erro médico
Se você se identifica com um ou mais desses pontos, seu caso merece uma análise técnica. Muitas dessas situações — na rede privada, em clínicas, hospitais particulares e planos de saúde — podem gerar direito a indenização.

- Um diagnóstico foi dado errado, ou demorou tanto que o tratamento perdeu a eficácia;
- Uma cirurgia resultou em dano, sequela ou resultado totalmente diferente do esperado;
- Houve troca ou erro na medicação, na dose ou na prescrição;
- Você contraiu uma infecção dentro do hospital ou da clínica;
- Recebeu alta cedo demais, sem orientação, e o quadro piorou;
- Houve falha no parto, com dano à mãe ou ao bebê, ou violência obstétrica;
- O hospital ou o plano recusou atendimento de urgência alegando carência, e isso agravou o quadro;
- Você não foi informado dos riscos nem assinou um termo de consentimento esclarecido.
Casos
Que tipo de erro aconteceu?
Trabalhamos com todos os principais casos de responsabilidade civil médica na rede particular.

Erro de diagnóstico e diagnóstico tardio
Doença não identificada, identificada tarde ou confundida, fazendo o paciente perder a janela de tratamento ou passar por procedimentos desnecessários.
Erro cirúrgico
Falha na indicação ou execução, lesão de órgão/nervo, material esquecido no corpo, cirurgia no local errado ou resultado incompatível com a boa técnica.
Erro de medicação e prescrição
Medicamento ou dose errada, interação perigosa, prescrição inadequada e falta de acompanhamento dos efeitos.
Parto e violência obstétrica
Falha na condução do parto com dano à mãe ou ao bebê, demora na cesárea indicada, manobras inadequadas e desrespeito à gestante.
Infecção hospitalar
Infecções contraídas no hospital ou clínica por falhas de higiene ou no pós-operatório, que poderiam ter sido evitadas.
Alta precoce e negligência no pós-operatório
Alta antes da hora, sem orientação, ou abandono no acompanhamento, levando a agravamento do quadro.
Recusa de atendimento de urgência
Hospital ou plano de saúde que nega atendimento urgente — inclusive por carência indevida —, causando dano ao paciente.
Falta de consentimento informado
Procedimento sem aviso dos riscos e alternativas ou sem termo assinado — falha autônoma, que pode gerar indenização por si só.
Base jurídica
O que a lei garante ao paciente diante de um erro médico
Quem responde — e por quê
A relação paciente–hospital–plano é de consumo.
O hospital ou clínica responde de forma objetiva pelos danos de seus profissionais (art. 14 do CDC e Súmula 608 do STJ): basta a falha e o dano.
O médico, profissional liberal, responde por culpa (negligência, imprudência ou imperícia) — mas a Justiça admite a inversão do ônus da prova a favor do paciente (art. 6º, VIII, do CDC).
Em procedimentos com resultado prometido, a responsabilidade é ainda mais rigorosa.
Negou urgência alegando carência?
Plano novo não é desculpa para negar urgência. A carência máxima para urgência e emergência é de apenas 24 horas após a contratação (art. 12 da Lei nº 9.656/98). Negar atendimento urgente por carência maior é abusivo — e, havendo agravamento, pode gerar dever de indenizar.
Falta de consentimento informado
Você foi informado dos riscos e das alternativas? Assinou um termo esclarecido? A ausência desse termo — ou um termo genérico — é falha autônoma e pode gerar indenização, mesmo com técnica correta.
Indenização
O que pode ser indenizado
Dano moral
O sofrimento e o abalo emocional causados pela falha.
Dano material
O que você gastou e ainda vai gastar com a correção do dano.
Dano estético
Cicatrizes, deformidades ou alterações permanentes.
Pensão mensal
Quando o erro reduz ou impede a capacidade de trabalho (art. 950 do CC).
Perda de uma chance
A oportunidade de cura que o erro retirou do paciente.


Dra Danielle Corrêa
advogada especializada em erro médico
Atua há 18 anos e é pós-graduada em Direito Médico e da Saúde e em Direito de Família e Sucessões. Membro da OAB/SP, AASP, IBDFAM e ADFAS, conduz casos de responsabilidade civil médica com rigor técnico e atendimento humano — por acordo ou em juízo.
Presencial em São Caetano do Sul e online para todo o Brasil.
Depoimentos de clientes
Somos 5 Estrelas no Google
Com base em 136 avaliações

Vivências Reais, Conquistas Reais
Nos Conte seu Caso
Entraremos em Contato em até 24 Horas
Dúvidas Frequentes sobre Erro Médico
Não. A medicina é, em regra, obrigação de meio. Há erro quando se demonstra negligência, imprudência ou imperícia e o nexo entre a conduta e o dano. Por isso a análise individual é essencial.
Nem sempre. Como a relação é de consumo, a Justiça admite a inversão do ônus da prova em favor do paciente, e o hospital responde objetivamente. A perícia costuma ser a prova central.
Pode ser o médico, o hospital/clínica ou ambos. O hospital responde objetivamente pelos profissionais que atuam em seu nome; o médico, por culpa.
Em regra, não. A carência máxima para urgência/emergência é de 24 horas (Lei nº 9.656/98). Negar por carência maior costuma ser abusivo e, havendo agravamento, pode gerar indenização.
Conta. A falta do termo de consentimento esclarecido — ou um termo genérico — é falha autônoma e pode gerar indenização, mesmo com técnica correta.
Em regra, até 5 anos, conforme o caso. Quanto antes a documentação for analisada, melhor — provas e prontuários se perdem com o tempo.
O prontuário é seu por direito. Havendo recusa, pode ser exigido judicialmente, com consequências para quem o sonega.
Casos de erro médico costumam exigir perícia. A forma de custeio depende do caso e é explicada com transparência antes de qualquer decisão.
Depende do dano — moral, material, estético, perda de chance e eventual pensão. Cada caso é único; não é possível prometer um número antes da análise.
Sim. Presencial em São Caetano do Sul e região e online para todo o Brasil.
O que fazer agora?
Guia de Urgência para Erro Médico
Como funciona
Você nos conta o caso e envia os documentos.
Análise técnica e jurídica, com apoio de parecer médico.
Explicamos os cenários — acordo ou ação.
Conduzimos o caso do início ao fim.
O que guardar
- Prontuário e ficha hospitalar completos
- Exames e laudos (antes e depois)
- Receitas e prescrições
- Relatórios médicos
- Notas e comprovantes de despesas
- Termos de consentimento
- Conversas com médicos, hospital e plano