- 18 Anos de Experiência
- + de 136 Avaliações
- Referência nas Mídias
- Atendimento Presencial e Online
- Pedidos de liminar analisados com prioridade

Advogado de Crianças com Autismo
O escritório de advocacia Danielle Corrêa representa os interesses de todas as crianças com autismo.
Dessa forma, nós fornecemos todas as orientações necessárias que fazem a diferença na vida do seu filho.
Sem dúvida, a experiência adquirida na defesa dos direitos legais das crianças autistas ajuda a identificar e agilizar as necessidades do seu filho. O mais importante, você descobrirá quais os direitos que estão disponíveis e como dar voz ao tratamento.
Dra Danielle Corrêa

Membro da OAB-SP, da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS).
Profissional com expressiva vivência em mediação de conflitos familiares, focada em sempre buscar um caminho conciliatório entre as partes envolvidas.
Proteja os direitos da criança autista
Contate-nos hoje mesmo
Advogado Especialista em Autismo
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Com base em 136 avaliações

Vivências Reais, Conquistas Reais
Resultados que Falam por Si
O que fazer Agora
Peça ao médico um relatório detalhado
Com diagnóstico, indicação das terapias necessárias e justificativa clínica para cada tratamento.
Exija a negativa do plano por escrito
Caso o plano de saúde recuse qualquer terapia, solicite que a negativa seja formalizada por escrito.
Reúna toda a documentação
Separe laudos médicos, carteirinha do plano, contrato, exames, comprovantes e demais documentos relacionados ao caso.
Fale com a Dra. o quanto antes
Com a documentação em mãos, é possível analisar o caso e orientar a melhor estratégia para garantir os direitos da pessoa com TEA.
O plano negou seu tratamento?
Fale com a Dra. hoje.
Avaliamos seu caso e, se houver fundamento, pedimos liminar com urgência. Atendimento presencial em São Caetano do Sul e online para todo o Brasil.
O que fazer agora?
Um guia rápido para quem está enfrentando uma negativa neste momento.
Dúvidas Frequentes
Havendo prescrição do médico assistente, o plano deve cobrir o tratamento
multidisciplinar indicado (ABA, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia). Os
tribunais entendem que a negativa, nesses casos, costuma ser abusiva — inclusive a
Súmula 102 do TJSP trata da cobertura de tratamentos prescritos.
Quem define a
quantidade e a intensidade das terapias é o médico que acompanha a criança, não a
operadora. A limitação contra a prescrição médica é frequentemente afastada pela
Justiça.
Essa é a justificativa mais comum e costuma ser considerada indevida. O rol é uma
referência; havendo cobertura da condição, o tratamento prescrito deve ser custeado.
Cada caso é analisado individualmente
Como a saúde não espera, busca-se uma liminar logo no início. Em São Paulo, esses
pedidos costumam ser analisados em prazo curto, embora cada caso seja único e não
se possa prometer resultado
Em
muitos casos, sim. Havendo negativa indevida ou rede insuficiente, é possível pedir o
reembolso e a continuidade do custeio. Guarde as notas e os comprovantes.
Não. A recusa de matrícula e a cobrança de valor adicional em razão da
deficiência são vedadas por lei (Lei nº 12.764/2012 e Estatuto da Pessoa com
Deficiência).
Sim. A pessoa com TEA é pessoa com deficiência para todos os efeitos legais, com prioridade de
atendimento e benefícios como o BPC (conforme critérios). Avaliamos quais se aplicam
ao seu caso.
Relatório/laudo médico com a prescrição, a
negativa do plano por escrito (ou protocolo), carteirinha, contrato e comprovantes de
pagamento
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